Vai, calça da Gang, vai até o chão:
cá neste baile suado, lotado,
admiro-te a dançar bem ao meu lado,
à batida violenta do pancadão.
Vem, tchutchuca, olha aqui o teu tigrão:
cheirarei teu cabelo oxigenado
beijarei teu rosto purpurinado,
a fim de sentires toda a pressão.
Se danças, também eu hei de dançar:
mas eis que vem a sujeira chegando
e antes que a polícia nos arranque
o couro, melhor é logo escapar…
Já que não posso mais te ver dançando,
em forma de soneto compus um funk.
0 responses até agora ↓
Ainda não há comentários... Dê uma ajudinha preenchendo o formulário abaixo.